10set
Viagens & Cultura

Férias em Orlando ºOº

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Olá amores!

Este fim de ano está sendo super corrido, mas muito, muito bom para mim!

Depois de todos os momentos incríveis que dividimos na Beauty Fair, chegou a hora do descanso. Hoje viajarei à Orlando de férias e voltarei no dia 03 de outubro.

Vocês sabem que eu morei lá, então sempre que posso, volto para matar as saudades dos amigos e desse rato que tanto amo!

Se eu diminuir o fluxo de posts, peço desculpas adiantado, mas é provisório. Em breve estarei de volta.

Prometo fotografar e gravar bastante para dar continuidade à nossa web série Orlando Diferente do canal no YouTube @Silvinha Melo, em que apresento Orlando de uma forma menos comercial, com os pequenos tesouros que a cidade tem a oferecer. Aqui no blog postarei tudo na categoria Cultura.

Para acompanhar a viagem em tempo real, não esqueçam de curtir a página no Facebook Blog Sílvia Melo e seguir o perfil no Instagram @blogsilviamelo.

Beijão e até já!

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DSC06240Fotos de 2012 para matar as saudades! ♥

Silvinha Melo

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Canal BSM, Looks, Saúde & Comportamento, Viagens & Cultura

YouTube: Give Me a Hub

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Olá amores!

Hoje vim dividir com vocês uma oportunidade de trabalho que acho sensacional!

Desde que mudamos o layout do blog, todas as fotos de “Look do Dia” (categoria Looks) foram produzidas pela Scarlae, empresa dos sócios Bruna Veber, Felipe Chiaramonte e João Vecchi, que tornou a cara do blog muito mas bonita e profissional.

A estrutura física da Scarlae se divide em dois andares. A parte inferior é um estúdio de 100m2 completo no qual eles produzem fotos e vídeos para trabalhos próprios, além de alugarem o espaço para outros artistas. Na parte superior, encontra-se uma ampla sala de reunião, biblioteca, cozinha, mezanino e um espaço enorme de co-working, tudo pronto para receber os melhores profissionais criativos de São Paulo. O co-working, novo empreendimento do grupo, recebeu o nome de Give Me A Hub.

Caso você ainda não seja familiarizado com o termo co-working, eu explico: existem muitos profissionais que precisam de um lugar para trabalhar fora de casa, mas que não querem despender do aluguel e implicações financeiras de uma sala comercial própria. Num co-working, você poderá trabalhar à baixo custo dividindo o espaço com outros profissionais que agregarão à sua rede de contatos.

Mas que tipo de profissional poderá trabalhar no Give Me A Hub? Qualquer um! Essa é a graça da coisa. Por exemplo: eu sou blogueira e ainda não vejo a necessidade de ter o meu próprio escritório, afinal, são muitos os gastos com aluguel, IPTU, condomínio, água, energia, telefone, internet, móveis, limpeza e afins. Imaginem vocês o que acontece quando preciso marcar uma reunião com uma empresa sem ter uma estrutura física adequada. Sempre fico à mercê dos coffee shops da cidade e isso não passa uma imagem profissional. É esse nicho que o Give Me A Hub cobre: profissionais autônomos que precisam de um espaço para trabalhar e que possam contar com uma estrutura adequada sem gastar muito.

A Scarlae e o Give Me A Hub estão localizados no centro de São Paulo, com fácil acesso às principais estações de metrô da cidade. E o mais legal é que tem várias opções de pacotes, que podem envolver (ou não) horas de estúdio, sala de reunião para mais de 10 pessoas e toda a estrutura física de que você pode precisar para trabalhar com tranquilidade. Tudo é adaptado à sua necessidade e o Give Me A Hub é certamente um networking que lhe renderá muitas oportunidades pessoais e profissionais. Até eu, que sou de Campinas, estou sempre por lá e amo!

Para ilustrar melhor isso tudo, assistam ao vídeo bacanérrimos que eles prepararam:

Contatos:

Scarlae

Site: Scarlae / Facebook: Scarlae / Instagram: @scarlae / YouTube: ScarlaeTV

Email: info@scarlae.com

 

Give Me A Hub

Site: Give Me A Hub / Facebook: Give Me A Hub / Instagram: @givemeahub / YouTube: Give Me A Hub

Email: info@givemeahub.com

 

Endereço: Rua Jandaia, 30 – Centro – São Paulo, SP – CEP: 01316-100

Telefone: (11) 3106-1180

 

Beijos!

Silvinha Melo

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28ago
Decor & DIY, Diversos, Viagens & Cultura

Eu fui: Castelo-Rá-Tim-Bum – A exposição!

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Bom dia!

Tenho certeza que todos se lembram (e os mais novos já ouviram falar) desse programa que fez a cabeça de tanta gente. Eu, particularmente, amava muito! Era um programa que chegou quando as crianças não tinham muitas opções na TV aberta e fez um sucesso absurdo.

Quando o MIS – Museu de Imagem e Som divulgou a exposição (esse ano faz 20 anos que o programa estreou), é CLARO que eu daria algum jeitinho para ir! Finalmente esse dia chegou e vou contar para vocês minha experiência e dar dicas para quem ainda não foi e quer muito ir!

Escolhi ir em um dia de semana, que era feriado na minha cidade, caiu em uma sexta. Chegamos no museu por volta das 10 horas da manhã e paramos o carro no estacionamento do próprio museu, o valor é único: R$ 20 o dia inteiro ou R$ 10 com o carimbo do museu. Achei o preço super digno.

A hora que chegamos já tinha uma fila que estava na metade do quarteirão. Levei um susto, mas a menina que estava ao meu lado disse que a fila ainda estava pequena, pois geralmente ela chega a dobrar a esquina até o final da outra rua.

A fila era apenas para comprar o ingresso, a bilheteria abre as 11, porém eles têm aberto mais cedo, as 10, devido ao grande número de pessoas.

O ingresso é vendido por lote de horários. Por exemplo: sessão das 11, sessão das 12, sessão das 13 horas e assim por diante. Em cada sessão, são vendidos apenas 180 ingressos. Eles restringiram a esse número para não virar uma bagunça lá dentro e todos aproveitarem da melhor forma a sua experiência na exposição.

A última sessão é as 23 horas e geralmente os ingressos acabam cedo, principalmente aos finais de semana. Tenho um amigo que foi ao sábado, chegou as 9 da manhã, esperou na fila a bilheteria abrir e conseguiu comprar ingresso apenas para as 19 horas, ou seja, quanto mais cedo você chegar, mais cedo você vai entrar!

Ficamos na fila cerca de uma hora e meia. Nesse tempo, um monitor do museu passa distribuindo adesivos, onde cada um significa o número de ingressos que você vai comprar, é um controle que eles têm. Cada pessoa pode comprar até 04 ingressos, sendo R$ 10 a inteira e R$ 5 a meia entrada (eles aceitam dinheiro e cartão de débito). Com sorte, conseguimos comprar o ingresso para a sessão das 13 horas.

Como não compensava tirar o carro do estacionamento só para ir almoçar (se você tira, obviamente tem que pagar de novo depois), decidimos esperar ali mesmo. Tem uma barraca ali mesmo no museu que vende hot dog por R$5 e bebidas, foi esse mesmo nosso “almoço” (pasmem, eles também aceitam cartão!)

Depois existe outra fila, a fila da sessão que você comprou. Antes de entrar nela, quem for de bolsa tem que deixar no guarda volumes do Museu, que é gratuito. Pode entrar com câmera fotográfica, porém não pode usar flash em nenhuma parte da exposição e não pode fazer vídeo também.

As informações do próprio Museu estão todas aqui.

O MIS – Museu de Imagem e Som fica na Avenida Europa, nº 158, Pinheiros – São Paulo/SP. Para quem for de transporte público, aqui eles ensinam como chegar.

Ps* às terças, a entrada é gratuita.

Para quem quiser comprar alguma lembrancinha da exposição, dentro do Museu tem uma loja! Comprei um cartão postal (R$ 2), dois botons (grande – R$ 5 e pequeno R$ 3) e um imã (R$ 4). Tem também canetas (R$ 4), lápis (R$ 3), cadernos (R$ 25), CD’s (R$ 20) e canecas (R$ 12).

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O que eu achei: criei muitas expectativas sobre a exposição e superei todas! Foi simplesmente, sensacional. Você sente como se estivesse dentro do Castelo, fazendo parte de tudo aquilo que fez a sua infância melhor. Sim, vale muito a pena!

A exposição começou no dia 16/07 e vai até 12/10/2014!

Algumas fotos para vocês se animarem!

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Mau <3

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Espero que tenham gostado! Um beijo enorme! <3

 

Luciana Kubo

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26ago
Viagens & Cultura

Paulista no Rio

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Olá amores!

Segunda-feira chegou e eu já estou de volta à minha rotina em Campinas depois de 4 maravilhosos dias na paisagem do Rio de Janeiro. Agora vou contar à vocês como foram as minhas mini férias.

 

A viagem começou na quinta-feira, 21/08. O nosso vôo era às 11:30h, mas a Gol cancelou sem aviso prévio e acabamos partindo às 14:30h. Eles nos deram um voucher no valor de R$50,00 (casal) para o almoço num restaurante chamado Macarronada Italiana. A comida não tinha nada de especial e a conta ficou em R$70,00, então acabamos pagando R$20,00 para comer em um lugar onde não teríamos almoçado caso não tivéssemos ganho. Apesar de termos achado uma gentileza eles nos cederem o voucher, nenhum prato no restaurante designado custava menos de R$25,00, então talvez esse valor devesse ser repensado.

Com o tempo livre, aproveitamos para almoçar e ler um pouquinho, mas alguns passageiros ficaram realmente incomodados, já que perderam reuniões de negócios devido ao atraso da saída. A informação passada foi de que a aeronave estava em manutenção, mas aparentemente ninguém comprou a história, a começar por nós. Tivemos a impressão de que cancelaram o vôo porque ele estaria quase vazio se tivesse voado, então foi muito mais econômico à companhia cancelar um vôo “por manutenção da aeronave” e juntar os poucos passageiros de duas viagens à fazer dois vôos “com meia dúzia de gatos pingados” em cada.

Não sou do tipo de querer tirar vantagem das situações da vida e sou muito boa em me adaptar sem fazer cara feia, mas uma coisa me colocou à pensar. Conversei com uma senhora que voaria às 9h caso não tivesse chego atrasada. Para remarcar para às 11:30h, ela teve que pagar R$300,00. Quando a Gol cancelou o vôo das 11:30h e ela foi remarcada para às 14:30h, não devolveram o dinheiro. Dois pesos, duas medidas. Quando o erro foi dela, a amiga e ela pagaram R$600,00. Quando o erro foi da companhia, cara de paisagem.

O vôo foi tranquilo, mas fiquei muito chocada quando vi que o serviço de bordo era pago. Totalmente pago! Uma moça ao meu lado pediu uma Coca-Cola e teve que pagar R$5,00. Nunca imaginei que isso aconteceria. Parabéns, Gol, por inovar no péssimo serviço. Me senti ultrajada.

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Chegando ao Santos Dumont, fomos direto ao nosso hotel maravilindo, o Rio Othon Palace, localizado à Avenida Atlântica, em Copacabana, e com uma vista esplendorosa. O Rio é uma dádiva de Deus! Mal podíamos nos afastar da nossa sacada no 21- andar.

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Para dar início, de fato, à nossa viagem, fomos ao bar Skylab, localizado no 30- andar do Othon e com uma vista de tirar o fôlego. Lá aproveitamos para degustar algumas porções e eu desfrutei de um delicioso coquetel Bellini.

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Como dia 21/08 era meu aniversário, o José me preparou um jantar surpresa no Giuseppe Grill do Leblon, um restaurante pra lá de chique. Me senti uma rainha com aquele tratamento de primeira classe. Do cardápio de grelhados, escolhi experimentar o salmão. Não vou dizer que me decepcionei completamente, mas faltou algum molho extraordinário para dar um sabor inesperado ao prato. Salmão com sabor de salmão eu como na avó do José por bem menos de R$80,00. Como acompanhamento, pedi uma Caesar Salad que estava muito mais saborosa que o salmão – me deliciei. De bebida, pedi uma Paulaner Weiss, que inicialmente me disseram que estava em falta – mas depois acharam e me trouxeram. Estava ótima! De sobremesa, pedi um petit gateau de amêndoas com sorvete de canela que estava di-vi-no. Dos deuses! Queria ter jantado vários petit gateaus em vez de um salmão.

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Na sexta-feira, o José começou a sua saga de reuniões às 7h, afinal, nem nas férias a gente consegue desligar do trabalho. Reunião após reunião (graças à Deus), ele ficou o dia todo ocupado em prol da Terra Conttemporânea, marcenaria sob medida de alto padrão que pertence à família dele.

Enquanto isso, eu fui convidada pela Julia Morales, do Nosso Armário, para fazer fotos para a rede de blogs que ela lançará em breve, a Brazilian Blogs. Me senti super honrada com o convite e as fotos ficaram incríveis! Mal posso esperar para colocar todos os looks aqui no BSM.

As fotos foram realizadas no Shine Spa do luxuoso hotel Sheraton Rio, onde fomos super bem recebidas pela equipe de relações públicas (obrigada, em especial, à Sarah Moreira). Almoçamos, rimos, brindamos com a belíssima champagne que eles gentilmente nos enviaram e nos divertimos muito!

Qualquer elogio à vista do Shine Spa estaria aquém da realidade. É simplesmente uma das paisagens mais lindas que já vi. Breath taking!

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O ensaio teve como tema os anos 70 e o styling ficou por conta da hiper talentosa Flávia Ferreira, que harmonizou todas as peças e acessórios com maestria, deixando os looks super atualizados e divertidos, apesar da caracterização bem marcada.

As fotos foram da queridíssima Catarina Rodrigues, que me deixou super à vontade e me ajudou muito na direção das caras e bocas – ter um fotografo bom é importantíssimo para as novatas como eu; e a Cata facilitou muito a minha vida com profissionalismo e simpatia.

Representando a Brazilian Blogs, também contamos com a parceria da Milena Fraga Cordeiro, uma linda que deu todo o apoio na produção das fotos.

O resultado sairá em breve e eu tenho certeza de que vocês vão amar! Espiem o look 70 chique:

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Voltei ao hotel por volta de 20h e acabamos jantando pertinho dele, no restaurante Rota 66. Comi um fettuccine com camarão e ervas que estava simplesmente fenomenal! A cada garfada, um sabor diferente. Para acompanhar, escolhi experimentar a sangria, que também estava bem gostosa. O grande charme do restaurante ficou por conta das mesas colocadas na calçada, com a bela vista da praia de Copacabana.

banner-rota66No sábado acordamos cedo e fomos passear no Forte de Copacabana. Conhecemos os museus e todas as instalações recheadas de história. E como a nossa viagem envolve muita comida, tomamos café da manhã lá dentro – com a vista da bela praia de Copacabana como cenário. Ah, se todos os dias fossem assim!

A Julia, do Nosso Armário, tinha nos dado a dica de experimentar a Confeitaria Colombo, mas como a fila de espera era de duas horas, acabamos optando pelo Café 18 do Forte, que estava muito bom.

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Do cardápio, escolhi waffle e bolinhos de chuva – e de bebida, um lindo e delicioso drink de café com Amarula. Um brinde à nossa felicidade!

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Voltamos ao hotel e passamos o início da tarde na piscina, até que às 15h começamos a última reunião da Terra Conttemporânea nessa viagem. Afinal, não é só de paisagem que a gente vive e trabalhar faz parte, né?! Ainda mais quando temos a possibilidade de fazê-lo olhando para o quadro perfeitamente pintado que o Rio de Janeiro é.

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Encerrada a última reunião da viagem às 19h, partimos para o Lagoon, um complexo de restaurantes sofisticados à volta da Lagoa Rodrigo de Freitas. Estou até agora babando naquele cenário e certamente foi o melhor jantar que tivemos. A parte superior do Lagoon acomoda 5 restaurantes e oferece aos seus clientes uma variedade imensa de pratos. Na varanda, é possível pedir comida de qualquer um deles e a vista para a Lagoa faz dela um diferencial. É o lugar mais lindo e romântico do mundo! Como o José gosta muito de carnes, pediu a picanha do Giuseppe Grill (aquele do primeiro dia, lembram?) e eu, que prefiro pratos mais leves, pedi um carpaccio de salmão do Gula Gula acompanhado de um piscinão (caipiroska) de cajú. Não estou exagerando: foi o melhor carpaccio que já comi. O salmão se desfazia, as fatias eram muito finas e o tempero era perfeito. Amei cada pedaço!

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Bistros-Rio-de-Janeiro_Lagoon_Alex-Herzog

lagoon-rio-de-janeiroNo domingo, acordamos às 9h e fomos andar de bicicleta pela orla de Copacabana. Inicialmente tentamos as bicicletas do Itaú, as Bike Rio, mas não conseguimos utilizar. O sistema caía toda hora e estava uma aglomeração de gente que não conseguia usar o aplicativo. A idéia é boa, pena que não funciona. Várias pessoas pagaram e desistiram, mas nós persistimos até conseguirmos duas bicicletas, uma hora depois que chegamos à estação.

Parecia que o problema havia sido resolvido, até que começamos a andar e vimos que a roda de trás da minha bicicleta estava solta. Devolvemos a bicicleta e tentamos, pacientemente, retirar outra. Quando se devolve uma bicicleta, a máquina só libera outra para o mesmo usuário após 15 minutos, então tentamos ligar no atendimento ao consumidor para liberar outra sem termos que esperar. Na estação há um telefone para o qual você pode ligar para resolver os problemas e lá fomos nós, crentes que resolveríamos o caso rapidamente. Caímos na espera de 8 minutos e após aguardarmos, a telefonista disse que não podia nos ouvir e desligou o telefone. Partimos para a tática de aguardar os 15 minutos automáticos, mas adivinhem se a máquina liberou outra bicicleta. Claro que não! Meia hora depois, entramos para a lista dos que pagaram e não conseguiram utilizar a Bike Rio.

Perdemos boa parte da manhã tentando retirar uma bicicleta do Itaú, mas acabamos desistindo e alugando uma dos antipáticos donos de bicicletas que ficam em frente ao Othon. Aquela gente não havia acordado num bom dia e normalmente não teríamos alugado pelo péssimo atendimento prestado, mas já estávamos  exaustos de aguardar e não queríamos perder mais tempo, então cedemos e partimos. Pagamos R$5,00 na diária da Bike Rio e R$15,00 por uma hora de bicicleta dos antipáticos. Mas pelo menos a deles funcionava.

O passeio, de maneira geral, foi bom. Aquela paisagem do Rio faz quase qualquer coisa valer à pena, mas o mau uso da ciclovia dá vontade de chorar. As pessoas correm na ciclovia e obrigam quem está de bicicleta a ultrapassar pela contra-mão, o que nos fez presenciar vários “quase-acidentes”. Também havia muita gente mau educada que resolvia parar para conversar na ciclovia, o que trazia muitos transtornos aos ciclistas em alta velocidade. Isso sem contar os que atravessavam sem olhar ou o grupo de meninos que decidiu jogar bola no meio da via destinadas às bicicletas – e ainda mexia com os ciclistas que reduziam a velocidade para passar por eles. Um terror de dar medo!

bicicletasPasseamos de bicicleta por cerca de uma hora e retornamos ao hotel. A recepção do Othon muito gentilmente nos cedeu um late check out cortesia até às 15h, o que foi perfeito para o nosso vôo às 17h. Com o tempo extra, decidimos almoçar no Terra Brasilis, um restaurante lindo ao pé do Morro da Urca. Tivemos sorte: nem a entrada do bondinho, ao lado do restaurante, atrapalhou o trânsito e pudemos almoçar com calma numa mesa com vista privilegiada.

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O serviço do restaurante foi muito mediano, para ser otimista. Havia um garçom, em especial, que estava mais preocupado com o futebol na televisão do que em atender os clientes – 15 minutos para pedir uma água de côco em um restaurante com 3 mesas ocupadas exige muito exercício de paciência. Quando ele raramente se virava para o salão do restaurante, olhava para o chão e desviava o olhar de qualquer mão balançando por sua atenção. Quando via alguém chamando, fazia “a egípcia” e fingia não ser com ele. É claro que nem isso tirou o charme do nosso almoço, mas desagradou. Assim como assustamos com um funcionário (que acreditamos ser o gerente) no salão interno do restaurante gritando com um garçom que estava na área externa. Questionando, em tom áspero, à que horas o garçom havia chego no trabalho. Estávamos do outro lado do salão e nos amedrontamos com os gritos. Acho que ele não sabe que prato sujo se lava na cozinha.

Por citar água de côco e sujeira, as cestinhas em que colocaram os meus dois côcos estavam sujas de areia. Ok, estávamos na praia, mas uma jogadinha de água teria resolvido o problema. Me deu nojo ver aquilo sujo, ainda mais quando a segunda cestinha foi colocada encostada no meu prato de comida. Fiquei sinceramente com medo de cair areia no meu prato. Eca!

A comida do José veio super bem servida – dois pedaços imensos de carne bem preparada. A minha não agradou. Pedi de entrada um camarão à paulista com alho, que estava gostoso, mas muito oleoso. Como prato principal, repeti o carpaccio de salmão, ainda sonhando com o pedido da noite anterior. Estava duro, os pedaços eram enormes e grossos; e o molho sem graça consistia numa “espirrada” generosa de mostarda amarela por cima do salmão. Comi, mas não pediria novamente.

Fico triste quando vejo um restaurante com um potencial imenso e um aproveitamento medíocre. Vista nota mil, serviço nota zero.

1Voltamos ao Othon para o checkout e nos surpreendemos com a rapidez do serviço. Tudo foi resolvido rapidamente com muita simpatia. Adoramos! O hotel é lindo e o serviço é impecável, então fico feliz em poder recomendá-lo. Sou formada em hotelaria e costumo ser muito crítica com hotéis, mas genuinamente gostei de quase tudo no Othon. Minha única crítica é ao serviço de internet, que considero uma cortesia obrigatória para hóspedes num hotel nos padrões do Othon. Lá custava R$30,00 a diária ou R$0,50 o minuto, um total absurdo. E como a internet do celular (alô Tim) é péssima dentro do hotel, as opções disponíveis eram: pagar ou não ter.

Encerramos a nossa viagem num portão do Santos Dumont superlotado, com a Gol novamente decepcionando. O embarque começou no horário do vôo e tinha muito mais gente do que lugares para aguardar esse embarque atrasado, o que ocasionou uma multidão aguardando impacientemente em pé, incluindo crianças, idosos e grávidas. Um terror! De lado bom, estações de energia gratuitas para recarregar o celular e o computador – e passageiros usando de forma cuidadosa a prezar pelo patrimônio do aeroporto. Adoramos!


No geral, a minha viagem foi maravilhosa, recheada de boas refeições, lugares cinematográficos e com a presença do meu marido lindo que me proporcionou muitos sorrisos e momentos inesquecíveis. Obrigada, meu amor, pela comemoração de aniversário mais especial do mundo. Te amo!


Espero que tenham gostado e mal posso esperar para pisar novamente em terras cariocas. Obrigada à todos que tornaram cada momento possível e especial. Até a próxima, Rio!

Beijos!

Silvinha Melo

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25ago
Moda, Viagens & Cultura

Falando de Moda para Moda

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Olá, meninas!

Imagem: Dudu Gonzaga

Ilustração: Dudu Gonzaga

Na semana passada tive o prazer de ser convidada para participar do seminário Falando de Moda para Moda promovido pela ACIC, Associação Comercial e Industrial de Campinas, e pela INOVA Business School.

A primeira palestra, ministrada por Renato Jannuzzi Cecchettini abordou o conceito de luxo conhecido mundialmente que um produto italiano promove, seja no automobilismo (Ferrari), na moda (Versace, Gucci, Pucci etc), na indústria moveleira ou em tantos outros segmentos em que o país se destaca. Vimos um pouco sobre a história da Itália aliada ao cinema e às grandes celebridades que transformaram o produto italiano em sinônimo de qualidade e status.

O segundo a se apresentar foi Luis Rasquilha, CEO da Inova Business School e especialista em moda sob o prisma do consumo e hábitos do consumidor. Munido de estatísticas atualizadas que apresentam o modus operandi do mercado da moda, Luis trouxe aos nossos olhos novos conceitos de como se diferenciar e se destacar no mundo competitivo da moda. Sob uma lente estatística e científica, ficou evidente que o mercado está se modificando a cada dia e que não buscar essa atualização constante é um atestado de estar fadado ao fracasso.

O último seminário ficou por conta de Larissa Ortiz, coordenadora do MBA em Moda – Brasilidade tipo exportação da INOVA. Amarrando as duas palestras anteriores, Larissa destacou ações e investimentos em projetos que possam beneficiar a moda brasileira transformando o nosso produto em artigo de luxo mundialmente conhecido. Larissa falou sobre as associações e cooperativas de moda que visam vender o que o Brasil tem de melhor para oferecer: a alegria. Com ações em diversos mercados, como de vestimentas, jóias, semi jóias e calçados, dentre outros, percebemos a necessidade de a moda brasileira se profissionalizar cada vez mais e criar uma identidade própria, podendo ser reconhecida em qualquer parte do mundo com facilidade e com conceitos de luxo.

Para mais informações sobre as próximas palestras e sobre o MBA Executivo em Moda, seguem os links:

ACIC – Mariana Lima – Email: mariana.lima@acic.bz

INOVA Business School – Telefone: (19) 3234-0753

Obrigada pelo convite e pelos conhecimentos adquiridos!

Beijos!

Silvinha Melo

Veja também

21ago
Saúde & Comportamento, Viagens & Cultura

21/08 – Meu aniversário no RJ.

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Olá gatinhas! Tudo bem?

Hoje (21/08/2014) completo 27 anos e gostaria de brevemente agradecer à todas as pessoas que passaram pela minha vida ao longo dessa jornada, pois bem ou mal, todas deixaram algo de si e levaram um pouquinho de mim. Tenho muito orgulho da minha trajetória e se hoje sou o que sou, tenho muitas pessoas à quem agradecer.

Gostaria também de comunicar que estarei de mini férias no Rio (YAY!), destino que amo e do qual estou morrendo de saudades! Que delícia! Não vejo a hora de embarcar!

Programei alguns posts para vocês e se eu não responder os comentários, já sabem que é por isso, ok?

Sigam meu Instagram (@blogsilviamelo) para acompanhar todos os detalhes da viagem e preparem-se para muitas surpresas e novidades no blog, afinal, não é só de passeios que a gente vive e eu vou aproveitar a paisagem carioca maravilhosa para trabalhar um pouquinho!

Obrigada de antemão à todas as felicitações e bons fluidos. Te desejo em dobro tudo o que me desejar! Obrigada por fazer parte da minha vida.

Beijão! ♥

Silvinha Melo

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18ago
Celebs, Moda, Viagens & Cultura

Rede Iguatemi e Paulo Borges juntos pela moda brasileira

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A moda brasileira se aprimorou e ganhou os holofotes ao longo dos últimos anos; e muitos desses esforços foram realizados por um homem chamado Paulo Borges, que revolucionou o mercado e continua, ainda hoje, profissionalizando e contribuindo para o constante crescimento desse nicho. Criador da São Paulo Fashion Week, a principal semana de moda do calendário brasileiro, Paulo influenciou e descobriu muitos designers que hoje são aclamados pela crítica e queridinhos das fashionistas. Seu poder visionário e atitude empreendedora colocaram o Brasil no mapa fashion do mundo e a indústria da moda devem muito à ele, que hoje se dedica ao cargo de CEO da Luminosidade, empresa responsável pela elaboração do calendário oficial de moda do país e  pela realização dos principais eventos do setor, como a SPFW e o Fashion Rio.

Igualmente incentivadora da moda brasileira, a Rede de shoppings Iguatemi, em parceria com Paulo Borges, produziu a websérie Amo Moda Amo Brasil, que tem por objetivo expandir a identidade da moda brasileira, valorizar e revelar a importância da cadeia produtiva e dos atributos qualitativos das peças confeccionadas no Brasil.

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A série online tem início hoje, 18 de agosto, e será dividida em quatro capítulos, que serão exibidos semanalmente às quintas-feiras a partir das 11h no canal do YouTube Iguatemi Views e no portal Mundo Iguatemi. Os temas debatidos serão: jeans, artesanal, moda praia e algodão; e a série contará com a presença de personalidades importantes da moda brasileira como Lino Villaventura, Adriana Trussardi, Marcelo Rosembaum, Adriana Bozon e Bela, Bebel e Carla, da Triya, que desvendarão as peculiaridades da confecção de uma peça, desde o processo criativo até a sua chegada às lojas.

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“Estamos entusiasmados em apoiar a campanha Amo Moda Amo Brasil fora das passarelas. É um orgulho fornecer conteúdo aos nossos clientes ao lado do profissional responsável pela criação do calendário fashion no país”, afirma Aline Zarouk, diretora de marketing da rede Iguatemi.

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Como consumidora e amante de moda, prometo não perder um capítulo e agradeço à todos os envolvidos pela oportunidade de acesso à um programa voltado exclusivamente para trazer mais conhecimento e cultura ao nosso país. É um privilégio aprender com vocês!

Silvinha Melo

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17ago
Viagens & Cultura

Livro Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert

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NOTA INSERIDA EM 26/09/2015.

Post de autoria de Bruna Gomes. Contato: blogdabru@hotmail.com.br

Post original abaixo (sem quaisquer alterações):

 

Oi, gente!

Hoje venho dar uma super dica de livro para vocês. Ele é conhecido no mundo todo e eu sempre fiz cara feia para ele, porque achava que seria mais do mesmo. Mas “paguei a língua”, pois ele foi um dos mais especiais que já li! Espero que gostem!

Beijos,

Bru Gomes

 

Elizabeth Gilbert, personagem principal e autora do livro, é como qualquer mulher normal. Casada e cheia de dúvidas, decide dar um outro rumo à sua vida quando, depois de várias noites de choro no chão de seu banheiro, resolve ir atrás da sua paz interior. A nova-iorquina Liz decide passar um ano viajando depois de se divorciar de seu primeiro marido. Os destinos? Roma, Índia e Indonésia. Em Roma, Liz deseja usar e abusar dos prazeres da vida: comer, comer e comer. Na Índia, a escritora se hospeda no Ashram de sua guru espiritual e se dispõe a encontrar Deus, ou pelo menos a aprender a meditar sem que sua mente atrapalhe o processo. Quanto à Indonésia, Liz não tem tanta certeza do que pretende. A única coisa que sabe é que precisa encontrar seu xamã preferido Ketut Lyier. Em cada uma dessas viagens, Liz sai modificada. É bonito a maneira que ela lida com seus próprios defeitos e tenta melhorar cada um deles. O livro tem a característica de ser bem explicativo, pois a autora fala muito sobre a cultura de cada país visitado. Nesse ponto, certas vezes, chega a ser um pouco cansativo, mas é muito enriquecedor de qualquer forma. O livro para mim foi mais do que especial, porque foi ele que me deu de presente a palavra Attraversiamo. Ela significa “Vamos seguir em frente!” e logo soube que essa seria a palavra certa para tatuar no meu corpo. A minha primeira tatuagem foi sim de um livro, muito especial, muito revelador, cheio de pensamentos bonitos e frases que me marcaram. Quem me acompanha no instagram (@blogdabru) sabe que usei várias frases dela para legendar minhas fotos. Separei algumas das minhas preferidas e espero que gostem! A Liz ainda escreveu mais dois livros: Comprometida e A Assinatura de Todas as Coisas. Não li nenhum dessas dois, apesar de já tê-los em minha biblioteca, mas posso adiantar que Comprometida é uma espécie de continuação do Comer, Rezar, Amar. No entanto, se eu contar sobre o que o livro Comprometida fala vou acabar dando um pequeno spoiler! Se eu pudesse dar uma dica, eu diria: leiam Comer, Rezar, Amar, porque faz bem para a alma!  “-Para encontrar o equilíbrio que você busca – disse Ketut por intermédio do tradutor -, é nisso que você tem de se transformar. Precisa manter os pés plantados com tanta firmeza na terra que é como se tivesse quatro pernas, em vez de duas. Assim, você consegue permanecer no mundo através de sua cabeça. Em vez disso, precisa olhar pelo coração. Assim você vai conhecer Deus.” (página 43) “Melhor viver uma vida com um único foco, ensinou ele. Mas e quanto às vantagens de se viver em harmonia entre extremos? E se, de alguma forma, você pudesse criar uma vida abrangente o bastante para sincronizar opostos aparentemente incongruentes em uma visão de mundo que não excluísse nada?” (página 46) “Que quantidade incrível de fatores constitui um único ser humano! Em quantas camadas nós funcionamos, e que quantidade de influências recebemos de nossas mentes, corpos, histórias, famílias, cidades, almas e almoços!” (página 75) “Também percebi que sua estimativa da própria idade muda dependendo do dia, baseado na forma como está se sentindo. Quando ele realmente está cansado, suspira e diz: “Oitenta e cinco hoje, talvez”, mas quando está mais disposto, ele diz: “Acho que hoje estou com 60 anos.” Talvez essa seja uma maneira tão boa de estimar a idade quanto qualquer outra – que idade você sente que tem? Pensando bem, o que mais importa?” (página 341) “O melhor que podemos fazer em relação a nosso mundo incompreensível e perigoso, portanto, é praticar o equilíbrio interno – por maior que seja a insanidade que exista do lado de fora.” (página 297) 10621955_10152426617388248_112793289_n   10617500_10152426617743248_536011807_n

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